sábado, 11 de junho de 2011



Tua ausência 
cala o mundo, o mar, os ventos.
Tua ausência desaba silenciosamente sobre os
meus dias, soterrando meu outono...
Ela magoa demais o meu sossego.
Tua ausência é essa substância
densa.
Tua ausência é tão presente que é pessoa...
E me abraça.

(Marla de Queiroz)



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