E a doçura é tanta que faz insuportável cócega na alma.
Viver é mágico e inteiramente inexplicável!
(Clarice Lispector)
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
''Tenha felicidade bastante para fazê-ladoce. Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-lahumana. E esperança suficiente para fazê-lafeliz."
(Clarice Lispector)
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Eu erro. Perco a paciência e me estresso facilmente. Choro por besteira e dou risada do nada.
(Clarice Lispector)
terça-feira, 10 de julho de 2012
"Quando se ama não é preciso entender o que se passa lá fora, pois tudo passa a acontecer dentro de nós."
(Clarice Lispector)
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
No fundo sou sozinha. Há verdades que nem a Deus eu contei. E nem a mim mesma. Sou um segredo fechado a sete chaves. Por favor me poupe. Estou tão só. Eu e meus rituais. O telefone não toca.
Dói. Mas é Deus que me poupa.
(Clarice Lispector)
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
"Que ninguém se engane: só se consegue a simplicidade através de muito trabalho."
(Clarice Lispector)
sexta-feira, 17 de junho de 2011
"Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,depende de quando e como você me vê passar".
(Clarice Lispector)
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
"- O que é que se consegue quando se fica feliz? -sua voz era uma seta clara e fina. A professora olhou para Joana.
- Repita a pergunta...? -Silêncio. A professora sorriu arrumando os livros. - Pergunte de novo, Joana, eu é que não ouvi. - Queria saber: depois que se é feliz o que acontece? O que vem depois?- repetiu a menina com obstinação. A mulher encarava-a com surpresa. - Que idéia! Acho que não sei o que você quer dizer, que idéia! Faça a mesma pergunta com outras palavras... - Ser feliz é para se conseguir o quê?" (Clarice Lispector)
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Fiz tudo certo.
Só errei quando
coloquei sentimento
(Clarice Lispector)
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. (...) Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.