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terça-feira, 2 de setembro de 2014

 

 

Na vaga impossibilidade do mundo, 

aparece você: 

Me sacode o corpo, me balança a alma, 

me leva o coração


(Fernanda Mello)


quarta-feira, 27 de junho de 2012



“Hoje acordei com você na cabeça. Pensei em seu sorriso e mentalmente te mandei um beijo. Recebeu?”


 (Fernanda Mello)


quarta-feira, 16 de maio de 2012




Eu briguei com meu coração. Disse que jogasse o amor antigo fora. Ele deu nó. Coração não entende ordens. De um lado a razão exigindo. De outro o coração tentando. A verdade é que nem tudo sai como o planejado. Mas a gente tenta. Um amigo meu me disse que fica surpreso como eu racionalizo os sentimentos. Eu perguntei se falava de mim. Acho que sofro calada. Calada. Maquiada. E de salto alto. Mas manter a pose cansa. Cansa ser racional. Cansa enganar o coração. Cansa ser forte. A verdade é que hoje eu vi um livro que você me deu e chorei calada. Porque é feio chorar por amor perdido. Mas… quer saber? Estou com sinusite. E não estou nem aí para escrever bonito. Quero respirar de novo e amar alguém como um dia eu te amei. Alguém aí acredita em segundo amor?

(Fernanda Mello)

sexta-feira, 30 de março de 2012


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"Se eu gostar de você tenha a gentileza de não me deixar tão solta. Não me pergunte a onde vou, mas me peça para voltar. Sou fácil de ler, mas Não tente descobrir porque o mesmo refrão insiste em trocar tanto. Se eu gostar de você, tenha a delicadeza de também gostar de mim...
E ME DEIXE SER ASSIM, EXATAMENTE COMO EU SOU!"

(Fernanda Mello)

domingo, 29 de maio de 2011



No meio do nada, você apareceu. Me olhou, sorriu, e eu fiquei muda. Muda. Você e o seu sorriso lindo. Eu e minha falta de palavras. Eu te olhava e você caminhava. Caminhava em minha direção e sorria. Falta de espaço, falta de frases, falta de ar.  Ai, meu Deus, me deixa viver agora. Eu preciso morar, dormir e acordar com esse sorriso. Esse sorriso lindo que duraria uma vida se você quisesse. E você não parava de sorrir e apertava os olhos. Grave. Grave! Seus olhos rasgados, me olhando. Seu sorriso de um minuto, dez anos, cinco horas. Você parou de repente e tudo em volta também. Parecia um filme. Um filme que eu nem sabia a fala. Mas eu não tinha fala e você me olhava. Vai, engole esse sorriso que não é seu. Come as palavras dele. Se alimenta. E lá estávamos nós. Mudos. E nosso silêncio que tanto dizia. 

(Viramos letra)
  
  
( Fernanda Mello )

quinta-feira, 15 de julho de 2010


Eu sei amar. Mas não sei fugir.
Por isso, não tente me parar.
Não me peça para não ir.
Não me diga para tomar cuidado,
eu não sei amar mais ou menos.
Quando eu decido, eu vou....
Me entrego, me arrisco, me corto, me estrepo
azar meu; sorte minha que nasci assim:...
vim ao mundo para sentir.
Meu coração se esgarça, a vida se desfaz,
me embolo em mim mesma, dou nó.
E daí?
A vida é minha. O amor é meu.
Me dou de bandeja pra quem eu quiser.
Você aí quer? Quer mesmo?
Então leva.
Mas leva tudo. Leva e não devolve.
Só devolve se eu pedir.
Amor não tem garantia, mas tem devolução.
Pode começar do nada, pode acabar de repente,
 pode não ter fim...
Mas tem sempre o meio.
Amor tem gosto de pele, língua e segredo.
Amor tem gosto de cobertas, descobertas e travesseiro.
Você imagina quantas meninas existem em mim?
Toda mulher, é uma surpresa, uma torta mil-folhas,
um bombom diferente em um lindo papel celofane.
Quer provar?
Eu posso acordar doce, ficar amarga e,
até dormir ácida sem você perceber.
Mas eu quero que você perceba.
Eu quero que você se alimente do que há de melhor e pior em mim.
 Eu quero te mostrar cada gosto,
te misturar, te revirar o estômago, te virar do avesso,
jogar a receita fora.
(Nada de banho-maria!).
O amor não tem regras...
o desejo não tem limites.
Minha boca é do tamanho do meu coração.

(Fernanda Mello)