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quarta-feira, 25 de março de 2020
sábado, 30 de maio de 2015
Então, ele apareceu. Ele apareceu na minha vida de
mansinho. Eu apareci na vida dele devagarinho. Nós aparecemos na vida um
do outro, sem pedir nada, sem cobrar nada, sem dizer nada. Depois, as
palavras. Elas, que me seduzem. Elas, que me envolvem. Elas, que me
aproximam. Foram as palavras que me aproximaram dele. E foram elas que
me conduziram até o amor da minha vida. Entre uma palavra e outra, uma
inquietação. Entre uma inquietação e outra, a curiosidade. Entre uma
curiosidade e outra, um medo. Será? Entre um será e outro, um relâmpago
chamado coragem. Fui. Ele veio. Nós fomos. Daquele dia em diante, não
ficamos um dia sequer sem nos falarmos, seja por telefone, e-mail,
mensagem, telepatia. Entre uma conversa e outra, um sentimento. Entre um
sentimento e outro, o amor e, com ele, a definição. Sim. Sim. Sins.
(Clarissa Corrêa.)

domingo, 1 de fevereiro de 2015
"Viver
é simples. Deve ser isso que nos assusta tanto. Muitas vezes fico
olhando para o nada, perdida em questionamentos, vivências, flashes do
futuro. Por que a gente sofre tanto? Por que a gente se cobra tanto? Por
que nos enredamos em fios de temores, culpas e perdas? Viver é simples,
insisto. Basta um dia de sol, uma boa música, um gole do vinho
preferido, o calor do abraço de uma pessoa que te ama, acordar todo dia
de manhã e ver que a vida continua lá fora te esperando."
(Clarissa
Corrêa)
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
“E então eu penso em você. Penso e adormeço. Penso e
acordo. Penso e levanto. Me alegro e penso. Fico triste e penso. Quero
dividir cada vitória, cada conquista, cada passo, cada derrota, cada
erro, cada tudo. Isso é amor? Não sei, mas acho que é. De qualquer
forma, fica ciente: nunca senti por ninguém essa imensidão que sinto por
você. É o que me faz andar para a frente, o que me faz viver, o que me
faz morrer, o que me faz pensar em dias mais promissores.”
(Clarissa Corrêa)
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Aí eu paro e penso: com você, só com você, eu imaginei tudo assim. Todas
essas coisas de romance bonito de filme, casamento, família, viagens,
cachorros, canários, papagaios. Por quê? Porque eu te amo. Porque eu te
quero. Porque eu nunca senti por ninguém nada perto do que sinto por
você. Porque ninguém fez com que eu me sentisse assim, entregue, na
corda bamba, com esse gosto de felicidade na boca.
(Clarissa Corrêa)
sábado, 20 de julho de 2013
sábado, 9 de fevereiro de 2013
"Talvez eu nunca perca esse meu jeito de acreditar e de tentar. E talvez
eu nunca deixe de ser uma sonhadora, pois apesar de já ter tido o meu
coração partido em pedaços miúdos, sigo me doando. Não me importo, sou
do time que torce para o amor, por mais cafona que isso seja. É por isso
que sigo me doendo."
sábado, 27 de outubro de 2012
"O amor chegou sorrindo. Sem gritar, sem calar, sem ponto de interrogação. O amor trouxe reticências. Algumas vírgulas. E muitos parágrafos. O amor trouxe novas folhas brancas. E pele, aconchego, abraço. O amor é um abraço apertado. Um beijo na testa. E uma mão firme que te ampara a todo instante. O amor é compreensão, é olho no olho, é promessa que cumpre, é voz que não gagueja, é quietude, segurança. É impossível esquecer um amor. E, sabe, sou daquelas que acha que amor mesmo, amor de verdade a gente só vive uma vez."
(Clarissa Corrêa)

segunda-feira, 15 de outubro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Eu erro muito. Quase todos os dias, pra ser mais específica. Mas durmo com a consciência tranquila... Com alma serena. Não faço mal pra ninguém. Pra ninguém mesmo. Talvez eu magoe algumas pessoas sem querer. Talvez... Não com certeza. Ninguém é como a gente espera. E eu já entendi, que inevitavelmente... A gente magoa, e é magoado.
(Clarissa Corrêa)
sábado, 1 de setembro de 2012
"O amor não tem fórmula, mas eu acho que o amor tem que fazer rir, tem que ter graça. A graça tem que entrar na hora em que as coisas ficam mais pesadas, mais sérias, mais sem saída. É que nem sempre tudo é bom e caminha bem. O amor de vez em quando anda na corda bamba. Ele tropeça, quase cai, mas fica em pé. Porque ele precisa ser trabalhado, não basta amar e pronto. O amor tem rotina, tem ronco, tem louça suja, tem conta que vence, tem tapete do banheiro molhado, tem tampa da privada levantada, tem bagunça no meio da sala, tem roupa pra lavar, tem cocô do cachorro pra juntar, tem ciúme, tem briga, tem sujeira, tem toalha molhada na cama, tem comida no forno, tem copo vazio na mesa de centro, tem discussão por besteira, tem calor, tem frio, tem sede, tem fome. Amar não é nada fácil, apesar do amor ser simples. O amor é construção. E é justamente por isso que a gente deve esquecer tudo que aprendeu, tudo que imaginou e começar do zero. E recomeçar todo santo dia. Porque o amor é isso: um eterno recomeço."
(Clarissa Corrêa.)
terça-feira, 28 de agosto de 2012
sábado, 25 de agosto de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
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