Mostrando postagens com marcador José Saramago. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador José Saramago. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

❝ Digo às vezes que não concebo nada tão magnífico e tão exemplar como irmos pela vida levando pela mão a criança que fomos, imaginar que cada um de nós teria de ser sempre dois, que fôssemos dois pela rua, dois tomando decisões, dois diante das diversas circunstâncias que nos rodeiam e provocamos. Todos iríamos pela mão de um ser de sete ou oito anos, nós mesmos, que nos observaria o tempo todo e a quem não poderíamos defraudar. Por isso é que eu digo […]: Deixa-te levar pela criança que foste. Creio que indo pela vida dessa maneira talvez não cometêssemos certas deslealdades ou traições, porque a criança que nós fomos nos puxaria pela manga e diria: 'Não faças isso.‘ ❞

( José Saramago)

 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

terça-feira, 9 de setembro de 2014

 
 Arranca metade do meu corpo, 
do meu coração, dos meus sonhos. 
Tira um pedaço de mim,
qualquer coisa que me desfaça.
 Me recria, 
porque eu não suporto mais pertencer a tudo, 
mas não caber em lugar algum.

    (José Saramago
)

sábado, 20 de julho de 2013


Uma pitada de poesia
é suficiente para perfumar um século inteiro.

(José Saramago)
 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012



A única e autêntica liberdade do ser humano é a do espírito,
de um espírito não contaminado por crenças irracionais e por superstições talvez poéticas em algum caso, mas que deformam a percepção da realidade e deveriam ofender a razão mais elementar.

(José Saramago)

quarta-feira, 4 de abril de 2012




O costume de cair endurece o corpo,
ter chegado ao chão, só por si, já é um alívio.


de José Saramago